Escola João Amaro fica na extrema entre Canindé e Santa Quitéria foi fundada em 09 de setembro de 1984 já passaram por ela vários alunos e alunas formando excelentes profissionais os nossos professores que trabalha no quadro de docentes foram alunos ela atende a mais de 300 alunos entre fundamental e EJA.
sábado, 27 de julho de 2013
AVALIANDO....
ATENDENDO PEDIDOS...ALGUNS CRITÉRIOS QUE ORIENTAM O PROFESSOR NA HORA DE CONSTRUIR UM PARECER.....
ROTEIRO DE AVALIAÇÃO NA ED. INFANTIL
Este roteiro serve para qualquer faixa etária, pois o desenvolvimento acontece de forma parecida no ser humano. Basta observar em que nível o seus alunos se encontram.
Lembrem-se, não há receita, cada criança se desenvolve no seu rítmo, portanto, crianças de uma mesma sala podem ter a mesma idade, mas estarem em níveis diferentes, nos diferentes aspectos.
1. ASPECTOS FÍSICOS: expressão corporal, harmonia, equilíbrio, ritmo, coordenação, organização espacial ampla, uso e aplicação da força.
Como chega à escola?
Como se adapta ao ambiente?
Como brinca?
Como está se movendo?
O caminhar é ágil e harmonioso?
Corridas e saltos são equilibrados ou ocorrem quedas?Como recorta?
Como usa a cola?
Como pinta?
Consegue respeitar limites da folha e do desenho?
2. ASPECTOS SOCIAIS: interatividade, participação compartilhada, regras, disciplina, organização, trabalho em equipe, responsabilidade.
Interage com os amigos?
Empresta brinquedos?
Respeita regras e combinados?
Expões novidades e acontecimentos do seu cotidiano?
Participa manifestando opiniões pessoais?
Prefere jogos cooperativos ou competitivos?
3. ASPECTOS EMOCIONAIS: experienciar muitos e novos sentimentos, desde a alegria das vitórias e conquistas até o sabor da derrota e da perda, sendo valorizada cada manifestação e expressão dos sentimentos.
Como chega a escola?
Como se relaciona com colegas, educadoras e funcionários?
Sente-se seguro no ambiente escolar?
Como reage quando contrariado?
Acalma-se facilmente ou precisa de um tempo?
Identidade:
Identidade:
Reconhece os colegas?
Se identifica pelo nome,sua imagem no espelho?
Gosta dos colegas e os identifica?
Tem capacidade de resolver conflitos e tomar iniciativas?
É crítica e criativa?Curiosa e inventiva?
É participativa e cooperativa?
4. ASPECTOS COGNITIVOS: linguagem oral e escrita, raciocínio lógico matemático, capacidade de comunicação e argumentação, iniciativa na resolução de problemas e conflitos.
Em qual estágio do desenvolvimento se encontra? ( sensório- motor, operacional etc...)
Tem interesse pela descoberta das letras e escrita de palavras?
Em que nível de escrita se encontra?
Comunica-se com clareza e objetividade?
Apresenta sequência lógica dos fatos?
Consegue observar semelhanças e diferenças entre os objetos?
Classifica, ordena e quantifica com base em atributos de cor, forma. tamanho e espessura?
Em que etapa seu desenho se encontra? (desenho sem intenção ou figurativo)
5. ÁREA EM QUE SE DESTACA: Nesta etapa, a referência, pode ser a teoria de inteligências múltiplas do Gardner e nos novos estudos que complementam esta teoria.
Observo em quais áreas a criança atua com mais desenvoltura e coloco como item onde ela se destaca.
(a) Existencial: do ser como pessoa integral. Uma visão que, de certa forma, abrange, de maneira contingencial, as demais inteligências, bem como todo contingencial existencial da história de vida do aluno.
(b) Naturalista: do indivíduo que revela maior inclinação pela natureza, pelas Ciências Naturais. Aquele aluno que gosta de colecionar objetos, pesquisar a vida animal e dissecar animais.
(c) Pictórica: da pessoa voltada para a parte artística. Esta vocação que a pessoa possui para a música, para as artes Cênicas, ou para as artes Plásticas.
(d) Inter e Intrapessoal: aquela que Gaardner continua chamando da mesma forma – que são as "inteligências pessoais".
(e) Espacial: também com a mesma denominação anterior.
(f) Corporal: que diz respeito, mais especificamente, às habilidades sensoriais e motoras.
(g) Verbal: que corresponde à lingüística.
Observo em quais áreas a criança atua com mais desenvoltura e coloco como item onde ela se destaca.
(a) Existencial: do ser como pessoa integral. Uma visão que, de certa forma, abrange, de maneira contingencial, as demais inteligências, bem como todo contingencial existencial da história de vida do aluno.
(b) Naturalista: do indivíduo que revela maior inclinação pela natureza, pelas Ciências Naturais. Aquele aluno que gosta de colecionar objetos, pesquisar a vida animal e dissecar animais.
(c) Pictórica: da pessoa voltada para a parte artística. Esta vocação que a pessoa possui para a música, para as artes Cênicas, ou para as artes Plásticas.
(d) Inter e Intrapessoal: aquela que Gaardner continua chamando da mesma forma – que são as "inteligências pessoais".
(e) Espacial: também com a mesma denominação anterior.
(f) Corporal: que diz respeito, mais especificamente, às habilidades sensoriais e motoras.
(g) Verbal: que corresponde à lingüística.
E, enfim:
(h) A Matemática: que se refere à inteligência lógica e numérica.
Avaliando na educação infantil!!
ROTEIRO DE AVALIAÇÃO NA ED. INFANTIL
Este roteiro serve para qualquer faixa etária, pois o desenvolvimento acontece de forma parecida no ser humano. Basta observar em que nível o seus alunos se encontram.
Lembrem-se, não há receita, cada criança se desenvolve no seu rítmo, portanto, crianças de uma mesma sala podem ter a mesma idade, mas estarem em níveis diferentes, nos diferentes aspectos.
1. ASPECTOS FÍSICOS: expressão corporal, harmonia, equilíbrio, ritmo, coordenação, organização espacial ampla, uso e aplicação da força.
Como chega à escola? Como se adapta ao ambiente? Como brinca? Como está se movendo?
O caminhar é ágil e harmonioso?
Corridas e saltos são equilibrados ou ocorrem quedas?Como recorta?
Como usa a cola?
Como pinta? Consegue respeitar limites da folha e do desenho?
2. ASPECTOS SOCIAIS: interatividade, participação compartilhada, regras, disciplina, organização, trabalho em equipe, responsabilidade.
Interage com os amigos?
Empresta brinquedos?
Respeita regras e combinados?
Expões novidades e acontecimentos do seu cotidiano?
Participa manifestando opiniões pessoais?
Prefere jogos cooperativos ou competitivos?
3. ASPECTOS EMOCIONAIS: experienciar muitos e novos sentimentos, desde a alegria das vitórias e conquistas até o sabor da derrota e da perda, sendo valorizada cada manifestação e expressão dos sentimentos.
Como chega a escola?
Como se relaciona com colegas, educadoras e funcionários?
Sente-se seguro no ambiente escolar?
Como reage quando contrariado?
Acalma-se facilmente ou precisa de um tempo?
Identidade:Reconhece os colegas?Se identifica pelo nome,sua imagem no espelho?Gosta dos colegas e os identifica?Tem capacidade de resolver conflitos e tomar iniciativas?É crítica e criativa?Curiosa e inventiva?É participativa e cooperativa?
4. ASPECTOS COGNITIVOS: linguagem oral e escrita, raciocínio lógico matemático, capacidade de comunicação e argumentação, iniciativa na resolução de problemas e conflitos.
Tem interesse pela descoberta das letras e escrita de palavras?
Em que nível de escrita se encontra?
Comunica-se com clareza e objetividade?
Apresenta sequência lógica dos fatos?
Consegue observar semelhanças e diferenças entre os objetos?
Classifica, ordena e quantifica com base em atributos de cor, forma. tamanho e espessura?
Em que etapa seu desenho se encontra?
5. ÁREA EM QUE SE DESTACA: Nesta etapa, utilizo como referência, a teoria de inteligências múltiplas do Gardner e nos novos estudos que complementam esta teoria.
Observo em quais áreas a criança atua com mais desenvoltura e coloco como item onde ela se destaca.
(a) Existencial: do ser como pessoa integral. Uma visão que, de certa forma, abrange, de maneira contingencial, as demais inteligências, bem como todo contingencial existencial da história de vida do aluno.
(b) Naturalista: do indivíduo que revela maior inclinação pela natureza, pelas Ciências Naturais. Aquele aluno que gosta de colecionar objetos, pesquisar a vida animal e dissecar animais.
(c) Pictórica: da pessoa voltada para a parte artística. Esta vocação que a pessoa possui para a música, para as artes Cênicas, ou para as artes Plásticas.
(d) Inter e Intrapessoal: aquela que Gaardner continua chamando da mesma forma – que são as "inteligências pessoais".
(e) Espacial: também com a mesma denominação anterior.
(f) Corporal: que diz respeito, mais especificamente, às habilidades sensoriais e motoras.
(g) Verbal: que corresponde à lingüística.
(h) A Matemática: que se refere à inteligência lógica e numérica.
Avaliação na Educação Infantil: o portfólio
Vamos desmistificar o portfólio na Educação Infantil.
Pensar que ele pode representar um mapa que mostra o universo de cada criança, o resgate de todo um trabalho metodológico que permeia o aprendizado desenvolvido na sua especificidade, com ênfase na oralidade, na literatura infantil (contação de história), explorando atividades que envolvam o lúdico, o imaginário, a música, o teatro, as inteligências múltiplas e a criatividade existente em cada passo da criança aprendiz.
Navegar é preciso, educar não é preciso. A precisão na educação é relativa, o tempo de cada criança depende do seu relógio cronológico, do seu momento, das suas descobertas e dos estímulos pedagógicos que o educador pode e deve oferecer.
O portfólio na Educação Infantil é um caminho mapeado pelo desejo de formar, formar para a vida, para a cidadania, envolvendo educador e educando, descobrindo a diversidade implícita em cada um, respeitando as diferenças, garantindo um relatório fidedigno e coerente para o final de cada bimestre pedagógico e assegurando uma ampla análise e reflexão sobre o perfil do educando.
A dualidade que envolve o processo de avaliação traz um novo olhar, uma nova percepção do que devemos refletir pedagogicamente sobre o conceito de avaliar. De acordo com Rebeca Edmiaston (2004), “Tal processo pode ser definido como um processo pelo qual podemos observar, documentar e interpretar o que as crianças sabem, o que fazem, como raciocinam e como as atividades e as práticas da sala de aula facilitam ou impedem sua aprendizagem”.
A aplicabilidade do portfólio na Educação Infantil permite ao educador um reconhecimento do nível de aprendizagem do educando, a partir do momento em que se faz e refaz uma atividade em uma perspectiva construtivista, voltada para uma análise qualitativa, possibilitando ao educando um despertar da sua curiosidade, acompanhando seu desenvolvimento e embarcando na ampliação do desejo do outro, que sonha com voos vazantes no mundo mágico das fantasias infantis. Devemos encorajar as descobertas e a construção do seu conhecimento, motivando-o pelo desejo de aprender, descobrindo modalidades de aprendizagem, trabalhando as questões motora, visual e cognitiva, numa proposta inovadora, diferenciada e comprometida com a produção do conhecimento do educando. Como afirmaram Elizabeth Shores e Cathy Grase (2001), “A avaliação baseada em portfólio pode e deve concentrar a atenção de todos (das crianças, dos professores e dos familiares) nas tarefas importantes do aprendizado O processo pode estimular o questionamento, a discussão, a suposição, a proposição, a análise e a reflexão”.
O dia a dia na sala da Educação Infantil é revivido por um aprendizado compartilhado entre o educador e o educando, com jogos, brincadeiras, interpretação e reconto das histórias infantis (contos de fadas). Sabemos que essa prática é determinante para os educandos nessa etapa. Aguçar a leitura e sua interpretação será uma das prioridades na abertura de janelas e portas para o mundo do conhecimento, o primeiro passo para as descobertas de uma viagem sem fim no mundo encantado das letras, o início da alfabetização e do letramento.
Entendemos, enquanto conceito, que o portfólio na Educação Infantil também possibilita identificar quais os reais objetivos da aprendizagem, quais foram cumpridos e quais não foram alcançados. Ele se apresenta em três modelos: particular, de aprendizagem e demonstrativo.
• Portfólio particular é aquele que guarda informações pessoais do educando, incluindo dados sigilosos, e fica reservado na secretaria da instituição.
• Portfólio de aprendizagem (processo-fólio) é aquele que apresenta toda a coleção de atividades do educando, sua trajetória bimestral, o resultado de um processo de construção de conhecimento, realizado e analisado em três vias a cada bimestre.
• Portfólio demonstrativo é o resultado de algumas das atividades catalogadas, com grande relevância para o processo de transição do educando, e que é encaminhado para o educador que vai trabalhar com ele no ano seguinte.
O portfólio na Educação Infantil é construído (montado) em uma pasta transparente, com plásticos, cujo objetivo é anexar as atividades diversas, como recortes, colagem, fotos, atividades desenvolvidas através da linguagem oral e escrita, pictórica, matemática, todas comprometidas com o tema que está sendo trabalhado no bimestre. Esse instrumento também tem sido um dos mais utilizados pela Pedagogia Construtivista devido ao seu caráter reflexivo e dinâmico, proporcionando ao educador uma reflexão crítica sobre o material coletado e uma avaliação processual, numa perspectiva mais ampla do saber, da qualidade e construção desse saber, da forma de pensamento que caracteriza o educando.
As autoras Elizabeth Shores e Cathy Grase apresentam um processo de montagem na construção do portfólio em dez passos; com certeza, eles facilitarão sua prática pedagógica dando uma melhor compreensão do conceito de portfólio, favorecendo sua aplicação e sua avaliação.
São eles:
• Estabelecer uma política para o portfólio.
• Coletar amostras de trabalhos.
• Tirar fotografias.
• Conduzir consultas aos Diários de Aprendizagem.
• Fazer entrevistas.
• Efetuar registros sistemáticos.
• Realizar registros de casos.
• Preparar relatórios narrativos.
• Conduzir reuniões de análise de portfólio em três vias.
• Usar portfólios em situações de transição.
Sobre os dez passos apresentados pelas autoras, acreditamos que cada item possui a sua devida importância, mas acrescentamos que a parceria entre os três níveis (educador, educando e família) é aspecto fundamental para confirmação do processo transformador da avaliação na Educação Infantil, favorecendo o trabalho coletivo vivenciado lado a lado na parceria com uma “nova” meta de ensino-aprendizagem.
A proposta de apresentar o portfólio em três vias, ou seja, o encontro entre o educador, o educando e a família em reunião de análise e reflexão do portfólio é um momento pedagógico que caracteriza um dos passos de maior relevância para o desenvolvimento cognitivo do educando. A apresentação do portfólio em três vias tem um objetivo maior: a apreciação da produção do educando, com atividades construídas e reconstruídas, demonstrando o crescimento pedagógico alcançado por ele de forma gradativa. Desenvolve-se, assim, um patamar de oportunidades e descobertas que vão estimular sua aprendizagem através de cada vivência, motivando-o a um novo refazer, aumentando sua autoestima e contribuindo para uma reflexão significativa, dando início ao compromisso e à autonomia do educando. Essa prática será de grande valia para desabrochá-lo nas questões cognitivas que estão latentes na sua formação.
O educador também terá a oportunidade de refletir sobre sua prática pedagógica, fazendo uma autoavaliação sobre em que momento deverá retomar as atividades de insucesso que porventura surgirem no seu grupo de trabalho. Como redimensionar os problemas de aprendizagem para melhor contribuir com o educando e como fazer da sua prática docente um caminho permanente de aprendizagem.
A pesquisadora Kátia Stocco Smole, estudiosa da Teoria das Inteligências Múltiplas, de Horward Gardner (1994), relata que esse instrumento é também denominado de processo-fólio e reflete a crença de que os estudantes aprendem melhor, e de uma forma mais integral, a partir de um compromisso com as atividades que acontecem durante um período de tempo significativo e que se constrói sobre conexões naturais com os conhecimentos escolares.
A observação também é fundamental na avaliação da Educação Infantil, ou seja, em qualquer processo avaliativo. A observação individual ou do grupo vai possibilitar ao educador um amplo conhecimento do educando, o que, atrelado à reflexão e análise deste, trará uma grande riqueza de informações que vão diagnosticar as questões de aprendizagem que poderão interferir de ordem positiva ou negativa (sucesso ou insucesso), permitindo uma intervenção qualitativa no processo de ensino-aprendizagem do educando. Ainda acrescentamos que a observação individual do educando possibilita o seu conhecimento, privilegiando uma visão panorâmica da sua socialização no grupo, do seu desempenho físico, da sua produção intelectual, das abordagens que envolvem as inteligências múltiplas, numa perspectiva pedagógica, social e psicológica, não deixando de privilegiar a parceria com a família e todo um trabalho minuciosamente registrado e catalogado com um objetivo maior: avaliar o educando dentro de uma proposta construtivista.
O registro faz parte desse processo. Registrar todas as ocorrências, resgatar o que foi perdido, repensar o que não foi compreendido pelo educando e encontrar estratégias de aprendizagem são questões que, só através do registro diário, possibilitarão ao educador refazer sua prática pedagógica. Também irão definir o perfil do educando de acordo com o registro de suas habilidades nas atividades solicitadas. É função do educador fazer uso do registro em todo o processo de montagem para o portfólio, sendo uma recomendação de grande ajuda na sua concretização. O registro é a fonte, é o seu arquivo, é a base de um processo que permitirá a escrita de um relatório final fiel à produção do portfólio.
Contudo, fez-se jus do conceito de Hernández (2000), que referencia o portfólio como:
[...] um continente de diferentes tipos de documento (anotações pessoais, experiências de aula, trabalhos pontuais, controles de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, representações visuais, etc.) que proporciona evidências do conhecimento que foi sendo construído, das estratégias utilizadas para aprender e da disposição de quem o elabora para continuar aprendendo.
Apresentamos o portfólio como o verdadeiro caminho da aprendizagem para uma Educação que prioriza a qualidade, sem rótulos, sem preconceitos, sem camuflagem, com compromisso de cooperação, respeito mútuo e afetividade,firmado entre educador, educando e família. A reflexão e a interpretação das abordagens em sala de aula são o espelho das atitudes do educando. Sua percepção analítica vai identificar como ele está raciocinando e construindo o seu conhecimento. O portfólio ainda é um recurso de maior fidelidade avaliativa. O educador que vivencia a avaliação enquanto processo, com certeza, fará desse recurso mais um aprendizado, trazendo grande contribuição ao processo de ensino-aprendizagem.
Sendo o construtivismo coadjuvante neste artigo, cabe acrescentar que o conhecimento se dá a partir de uma construção, e nunca como um produto pronto e acabado, é na ação-reflexão-ação que desenvolvemos o processo de ensino-aprendizagem, com metodologias favoráveis ao contexto do cotidiano escolar, gestando competências e exacerbando o desejo imenso de criar, produzir e agir diante da construção do conhecimento.
Em suma, é determinante para o educador, enquanto facilitador das questões pertinentes ao renascer de mais um aprendiz, permitir ao educando sua parcela de curiosidade, estimulando-o a perguntar, indagar, criticar e construir seu conhecimento em parceria com o educador. Acreditamos piamente que só será possível exercitar todo o processo se, realmente, for selado um compromisso entre educador e educando no sistema de avaliação processual, avaliação que prima pela qualidade através de momentos de satisfação, prazer, curiosidade de querer saber; logo, querer aprender.
Referências Bibliográficas
FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. Trad. Sara C. Lima, Maria do N. Paro. São Paulo: Cortez, 2001.
DEVRIES, Rheta. O Currículo Construtivista na Educação Infantil: Práticas e Atividades. Porto Alegre: Artmed, 2004.
HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura Visual, Mudança Educativa e Projeto de Trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artmed, 2000.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e Mudança na Educação: os Projetos de Trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artmed, 1998.
SHORES, Elizabeth & GRACE, Cathy. Manual de Portfólio: um Guia Passo a Passo para o Professor. Porto Alegre: Artmed, 2001.
SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil: a Teoria das Inteligências Múltiplas na Prática Escolar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
PARECERES DESCRITIVOS.........
BOM.. FAZER O PARECER TALVEZ SEJA A PARTE MAIS DIFICIL..
COLOCAR NO PAPEL........UM COMPROMISSO...ENORME..
QUE RESPONSABILIDADE....AQUI VAO ALGUMAS DICAS....
BEIJOS...
***interessa-se pelas aulas de artes, para ela foram momentos de grande prazer, é criativa, e dedicada nas realizações de suas produções, participando com muita alegria e concentração;
"Aprender é apropriar-se da linguagem; é historiar-se, recordar
o passado para despertar-se ao futuro; é deixar-se surpreender-se
pelo já conhecido. Aprender é reconhecer-se, admitir-se. Crer e criar.
Arriscar-se a fazer dos sonhos textos visíveis e possíveis."
(Alicia Fernandez)
O desenvolvimento infantil acontece de forma singular entre as crianças, sendo assim, consideramos os conhecimentos e valores culturais que as crianças já têm e progressivamente, garantimos a ampliação dos conhecimentos de forma a possibilitar a construção da autonomia, cooperação, criatividade, responsabilidade e a formação do auto-conceito positivo, que levam à formação da cidadania.
No processo de construção do conhecimento, as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem idéias e de criarem hipóteses originais sobre aquilo que buscam desvendar.
Nessa perspectiva, destacamos algumas características do(a) educando(a) que permanecem únicas, construindo sua individualidade e diferenças.
***demonstra autonomia para realizar as atividades executando-as com prazer e capricho:
***manifesta seus desejos, preferências e desagrados;
***em alguns momentos demonstra timidez, porém participa das aulas contando uma novidade ou interagindo no diálogo iniciado por outro colega;
***expressa-se com clareza, bom vocabulário, relatando experiências com seqüência e objetividade;
***demonstra atitudes de respeito, solidariedade e carinho para com todas as pessoas com quem convive na escola;
***interessa-se pelas histórias contadas e lidas pela professora e da mesma forma adora manipular os livros;
***demonstra interesse na escrita e leitura; lê algumas palavras
***interessa-se pelas aulas de artes, para ela foram momentos de grande prazer, é criativa, e dedicada nas realizações de suas produções, participando com muita alegria e concentração;
***construiu relações matemáticas, sistematizando com clareza o que foi proposto
Recomendamos livros para estimular o processo de leitura e interpretação e jogos envolvendo conceitos matemáticos.
Quanto mais ricos forem os desafios proporcionados a _____________, maiores serão suas descobertas, suas aprendizagens, o fascínio pelo mundo que está ao seu redor, favorecendo, assim, o prazer e a felicidade de aprender a aprender, aprender a viver junto, aprender a ser, aprender a conhecer.
Sua dedicação e empenho nesta trajetória ampliaram seus conhecimentos e contribuíram para o seu aprendizado. Foi muito bom acompanhar seu desenvolvimento! Você é especial!
Mais uma ideia....
O fazer pedagógico, aqui representado baseia-se principalmente, nas várias atividades que propõe, de que a criança ao enfrentar situações novas, faz uso de conceitos já formados anteriormente, agindo sobre eles, manipulando elementos para assim chegar à solução de possíveis problemas em busca de um novo conceito elaborado.
À medida que as crianças crescem confrontam-se com fatos e realidades diferentes, fenômenos e coisas que as cercam: perguntam, reúnem informações, instigam-se, elaboram e reelaboram conhecimentos observados anteriormente, arriscam respostas e formulam hipóteses, geram mudanças no modo de pensar sobre a natureza, seu mundo social e sua cultura, visto que, nos primeiros anos de vida, elas apropriam-se de conhecimentos práticos do seu dia – a – dia, compartilhando esses conhecimentos com as primeiras pessoas que as cercam, com seu mundo social, constroem seus conhecimentos antes da chegada à escola.
Estamos felizes com o progressos de _____________________durante este início de ano letivo!
Destacamos: ______________... ( criatividade, independência, respeito com os amigos, afetividade, comunicação...)
Participa das atividades propostas, __________________________... ( apresenta interesse em aprender, atenção, concentração... ) ( colabora nas Rodas de Conversa, Momento de Leitura, …(técnicas)
Expressa suas idéias________________________ ...( sem dificuldades, seu vocabulário é rico, assimila os conteúdos com facilidade...)
Sua coordenação motora _______________________( desenvolve-se a contento . está dentro de sua faixa etária...)
Reconhece as_____________________( letras do alfabeto , numerais - citar os temas )
Pinta ____________________( dentro dos limites propostos, com variação de cores, boa noção espacial ...)
Observa e explora os ambientes com interesse ...
Recomendamos:______________________( reconhecer que há hora para tudo, saber esperar sua vez, aceitar imposições e críticas, aceitar as diferenças, dedicar-se mais aos trabalhos escolares, saber ganhar e perder, trabalhar o tom de voz, aceitar suas limitações e as limitações dos outros, se permitir errar e não desistir no percurso... ( são as dificuldades colocadas de forma indicativa ).
CLARO..QUE CADA ESCOLA ..CADA LUGAR..CADA SALA..CADA CRIANCA..TEM SUAS ESPECIFICIDADES....AQUI TEMOS UM CAMINHO...E NAO UM PARECER PRONTO!
BEIJOS
Sempre pensando em avaliar!
Relatório Educação Infantil
www.semebrusque.com.br/downloads/2008/AVALIACAO_BRUSQUE. ppt
A INTRODUÇÃO: serve para apresentar as características da criança e ela no grupo – e o grupo em relação a ela! Falem de seu trabalho enquanto professor – que se preocupa com o bem estar de todos, com a aprendizagem significativa, que recebe as crianças e tudo que elas trazem em suas vivências e experiências.
• O grupo – quem é, como são, qual é a rotina deles, atividades preferidas, característica(s) do grupo;
• A criança no grupo – como ela se situa no coletivo – como se destaca e/ou como se coloca nele; como reage frente as atividades coletivas;
• As características da criança – como ela é;
• A criança e as atividades – suas preferências, suas reações, suas contribuições,
• A dinâmica da criança em sala – ela e a rotina – ela reclama, adere, participa do que? Seu temperamento e escolhas;
• Suas relações com os outros - ênfase na parte afetiva – seus relacionamentos fazendo uma ligação com suas características pessoais;
• Desempenho no dia-a-dia – nas atividades – como ela se envolve nas atividades, seu progresso, seu envolvimento com as atividades e pessoas;
• Curiosidades dos comportamentos das crianças que ilustram seu desenvolvimento – suas falas, gracinhas, surpresas, insights, contribuições, perguntas, observações, etc.
• Planos para futuro próximo – o que você pensa que a criança precisa para continuar se desenvolvendo de maneira progressiva e positiva, o que em particular você planejaria para ela. Revele o seu olhar particular para ela e suas projeções.
• As OBSERVAÇÕES FINAIS: servem para indicar como o professor irá continuar o trabalho com a criança em questão, RESSALTANDO A PREOCUPAÇÃO INDIVIDUAL, MAS INTEGRANDO-A NO GRUPO!
Lembre-seAbordando todos estes itens, o professor estará falando tanto das áreas do desenvolvimento infantil, como das áreas do currículo, trazendo a tona os quatro focos principais da Educação Infantil – criança, professor, currículo/planejamento e as relações.
Importante
O professor deve escrever como se estivesse escrevendo para alguém que não conhece as crianças e, portanto vão revelar as dificuldades com moderação. Neste documento é o lugar do professor falar na sua própria voz revelando suas observações, planejamentos, reflexões e planos futuros. A voz da criança será para exemplificar aquilo que vocês estão falando sobre elas!
Idéias
Mais uma ideia......
Mais uma idéia!!!
"A essência do homem é pensar: sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida que afirma, que nega, que conhece poucas coisas, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente."
RENE DESCARTES
Este relatório tem como objetivo considerar os aspectos pedagógicos do processo cognitivo, afetivo e social que permeiam o processo de aprendizagens das crianças. É relevante que a criança aprenda a expressar suas idéias e opiniões, participando ativamente de seu próprio processo de aprendizagem fora e dentro do ambiente escolar. Portanto a escola busca a estimular os alunos a aprender gradativamente a selecionar, assimilar, interpretar, reformular, intuir, estimar, explicar e comunicar-se.
Este período representa um momento de reflexões sobre a nossa prática pedagógica e, por conseguinte, observar os avanços ou dificuldades de nossos alunos, no que diz respeito os conteúdos pedagógicos realizados.
Através das atividades desenvolvidas neste período podemos observar quais habilidades nossos alunos conseguiram assimilar e quais necessitam aprimorar.
Em síntese, é de fundamental importância a participação da família na vida escolar de seus filhos, pois estes estímulos, tanto da escola como na vida cotidiana, levara à formação de cidadãos com conhecimento, conscientes do seu papel na sociedade. Uma das finalidades essenciais da educação é fazer com que a criança de hoje e, conseqüentemente, o homem de amanhã se baste a si mesmo.
PODE-SE ESPECIFICAR AS DIFERENTES ÁREAS..........
PODE-SE ESPECIFICAR AS DIFERENTES ÁREAS..........
1) Desenvolvimento Cognitivo: neste aspecto é considerado o desenvolvimento da criança no pensar e no agir observado nas habilidades para resolução de situações do cotidiano e relacionados ao conhecimento linguístico e lógico matemático; o uso das diferentes formas de linguagem, como a oral, escrita e corporal e também habilidades sensoriais como leitura de imagens e percepção dos sentidos.
A) Linguagem
( ) Conhece os amigos pelos nomes.
( ) Expressa-se através de frases completas.
( ) Expressa suas idéias com clareza.
( ) Expressa seus desejos e necessidades através de choro.
( ) Usa a linguagem que expressa suas vivências.
( ) Mostra uma atitude positiva para as atividades propostas – modelagem, pintura, colagem, desenho livre, brinquedos e brincadeiras.
B) Matemática:
( ) Diferencia o tamanho dos objetos: grande e pequeno.
( ) Diferencia quantidade: muito e pouco.
( ) Identifica a forma do círculo.
( ) Continua séries lógicas de dois elementos.
( ) Identifica as cores primarias.
( ) Realiza um quebra cabeça de dois elementos.
2) Desenvolvimento Psicomotor: neste aspecto a criança deve apresentar apropriação e conhecimento das potencialidades corporais no desenvolvimento de atividades de expressão corporal com movimentos amplos, como correr, saltar, pular etc. e com movimentos finos, como recortar, alinhavar, amassar, pinçar etc; ainda neste aspecto, considera-se o auto-conhecimento, isto é, a identificação do corpo, de suas partes e o todo; o uso do corpo na expressão das emoções, na revelação das tristezas, ansiedades, alegrias, satisfação, segurança e também ao deslocamento com segurança na percepção de seus movimentos no espaço.
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